Saúde de Brasilândia começa Campanha Novembro Azul

Saúde31/10/2019, 12:57:00 Total de Visualizações: 289

ESF 1 atenderá em horário comercial - Assessoria de Comunicação

A Prefeitura de Brasilândia por meio da Secretaria Municipal de Saúde começa nesta sexta-feira, 1º de novembro, a Campanha Novembro Azul. A iniciativa visa incentivar homens acima de 40 anos de idade a procurarem as unidades de Saúde para cuidarem da sua saúde, em especial, ter mais atenção para a prevenção do câncer de próstata.
Os homens devem procurar   as Estratégias de Saúde da Família 1, do bairro Mão Amiga; 2 do bairro José Rodrigues, 3 do bairro Vale Verde ou rural, do Distrito Debrasa e Loteamento Novo Porto João André, das 7h às 11h ou das 13h às 16h30 (MS) ou na ESF 2 das 17h às 21h (MS), para o atendimento.
As equipes entregarão uma autorização para coleta de exame de PSA (exame de sangue usado como ferramenta para diagnóstico da presença do câncer de próstata), além disso, os homens poderão fazer uma consulta médica e  odontológica. Os homens devem levar no momento do atendimento o documento pessoal e o Cartão SUS.
CÂNCER DE PRÓSTATA
A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem a forma de maçã e se situa logo abaixo da bexiga e à frente do reto.
A próstata envolve a porção inicial da uretra, tubo pelo qual a urina armazenada na bexiga é eliminada. A próstata produz parte do sêmen, líquido espesso que contém os espermatozóides, liberado durante o ato sexual.
No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma).
Em valores absolutos e considerando ambos os sexos é o quarto tipo mais comum e o segundo mais incidente entre os homens. A taxa de incidência é maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.
Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos.
O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.

Fonte: Assessoria de Comunicação