Procon de Brasilândia entrevista consumidores e fornecedores sobre o aumento do preço da carne bovina

Administração12/12/2019, 10:54:00 Total de Visualizações: 168

Consumidores foram ouvidos a respeito do preço da carne bovina - Assessoria de Comunicação

O Procon de Brasilândia fez recentemente uma pesquisa com os consumidores e comerciantes para saber sobre os preços dos alimentos. A justificativa de ouvir as pessoas é devido ao grande número de reclamações, em relação ao aumento do valor de produtos alimentícios e o comércio de alimentos alterar constantemente nos últimos meses os preços de produtos do gênero, na qual resultou em especial a alta dos preços da carne bovina.
Sendo assim, a equipe do Procon foi para as ruas de Brasilândia, na qual foram abordados consumidores da sede do município e da zona rural e o produto campeão de reclamação foi o aumento do preço da carne bovina.
Segundo as pessoas entrevistadas, por unanimidade, o valor da carne está muito alto e a maioria declarou que estão substituindo a carne por ovos, carne de frango, verduras, legumes, peixe, carne suína e outros. Alegaram ainda, que se os preços da carne continuar a subir, a tendência é deixar de consumir o produto de uma vez por todas.
Por outro lado, os funcionários de açougue entrevistados alegaram que a procura do produto não caiu no balcão, mas os técnicos do Procon registraram a falta de fila nos açougues de mercados e similares: antes do aumento do preço, as filas eram enormes fazendo com que o consumidor usasse parte do tempo nestes locais para comprar a carne bovina.
Além disso, alguns consumidores relataram que com o aumento do preço da carne bovina, outros produtos também subiram. O Procon entrevistou alguns proprietários de comércio alimentícios e as respostas foram iguais: os consumidores estão reclamando muito do aumento do preço da carne e já estão percebendo que os preços de outros produtos estão subindo.
Para diretor do Procon de Brasilândia, Jair Bezerra Xavier, a alta da carne gerou grandes transtornos, tanto para o consumidor quanto para o fornecedor. “O consumidor que por estar com as condições financeiras comprometida devido a programação para as festividades de final de ano, diminuiu o consumo do produto e seus derivados. E o fornecedor por adquirir a carne com preço bem mais alto de forma brusca e repentina, corre o risco de ficar com o produto estocado e pode até ter prejuízos caso demorar para vender e assim causar a deterioração do seus produtos alimentícios”, explicou.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação